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Portifólio

 Portifólio dos trabalhos efetuados por Bernardo Magalhães - Nem de Tal, no decorrer de 50 anos dando início na década de 70 até os dias atuais.

Cultura e Resistência

Os anos mais pesados da ditadura militar fermentaram, paradoxalmente, um ambiente propício à produção cultural como forma de resistência ativa.

Arte em Campo Santo

Influenciado pela pesquisa de Clarival do Prado Valladares, com seu livro “Arte e Sociedade nos Cemitérios no Brasil”, Bernardo desenvolve pesquisas sobre o tema em dezenas de “campos santos” no Brasil. Expôs uma instalação no segunda mostra “Arte e Inconsciente” em Diamantina. 

Mosteiro Zen Pico de Raios - Ouro Preto

Seshin no Mosteiro Pico de Raios em Ouro Preto, MG, dezembro 2021...

São Paulo - Gigante e Intimista 

Com outros 12 fotógrafos, participa da exposição“São Paulo Gigante & Intimista”, lançada em 1986 pela Imprensa Oficial e levada ao Centro Cultural São Paulo no mesmo ano.

Eco das Grutas Analógico

Este portfólio, Eco das Grutas Analógico, contem 30 imagens, no formato 18x24cm, impressos em Cibachrome, produzidas em New York em 1982. 

Eco das Grutas

Bernardo Magalhães começou esse trabalho em 1978, preocupado com a precária condição de preservação do sítio arqueológico da região de Lagoa Santa-MG.

EUROPA IMAGINÁRIA

A partir de imagens que registrou do cenário europeu, no formato 6x6, o fotógrafo mergulha na experimentação de várias sobrexposições que remetem ao vocabulário surrealista.

Artistas em Nova York

Entre 1980 e 1982, enquanto cursava o ICP, em NY, Bernardo se envolveu com a comunidade de artistas brasileiros que vivia em NY e produziu uma série de retratos de Robert Mapplethorpe e Duane Michals, que foram seus professores,

La Santé et les Jours

É contratado pela revista de saúde do Partido Socialista Belga, “La Santé et les Jours” como fotógrafo e por 3 anos produz material jornalístico. Em seu estúdio, produz retratos de artistas e amigos de passagem pela Europa.

CADERNO2

Voltando de NY em 1986 e morando em São Paulo, Bernardo é contratado como fotógrafo do Caderno2 do “Estadão”, que pretendia fazer um contraponto à "Ilustrada" da Folha de S Paulo, na cobertura da cena cultural.